sexta-feira, 3 de junho de 2011

XI Encontro Distrital Clubes da Floresta

No dia 27 de Maio, a nossa turma (8.ºA) juntamente com a turma do 9.ºC efectuou uma visita de estudo, no âmbito do Encontro Distrital dos Clubes da Floresta, que se realizou em Celorico de Bastos. Durante a viagem no autocarro, que foi um pouco longa, divertimo-nos imenso.

Quando lá chegámos, fomos para um parque onde os foi distribuído uma camisola, um boné, um lenço e água.

No percurso pedestre cantámos, interagimos com outros grupos, enquanto apreciávamos as belas paisagens existentes pelo caminho. Estava muito calor e havia algumas pessoas que sofriam de asma e precisaram de ser socorridas pelos bombeiros que estavam a prestar ajuda a quem precisasse.

Enquanto tudo se passava, respondíamos a um questionário, que nos podia ter corrido melhor, mas o que importa é que o fizemos sozinhos e não com a ajuda de professores especializados na área.

Quando chegámos ao fim do percurso pedestre, dirigimo-nos para o mesmo sítio onde tudo tinha começado. Almoçámos e depois juntámo-nos todos e divertimo-nos como nunca.

Também assistimos à Festa de Encerramento, onde era possível ver alguns clubes a cantarem, a dançarem e também aí foi feita a entrega de prémios. Por fim, regressámos à escola cansados, mas prontos para mais uma grande aventura!


quarta-feira, 18 de maio de 2011

No dia 4 de Maio, a nossa turma (8.ºA), juntamente com a turma 8.ºB, realizou uma visita de estudo ao Porto. Nesta visita, tivemos oportunidade de contemplar o Jardim Botânico do Porto da casa Andresen e, neste local fica situada a casa do avô de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde visitamos a exposição da evolução de Darwin. A casa foi recentemente restaurada e apresenta-se com uma arquitectura muito moderna e arrojada e bela na sua cor viva e na sua imponência. Quanto à exposição, podemos apreciar as diferentes fases que deram origem à teoria de Darwin sobre a evolução das espécies.
A Evolução de Darwin é uma exposição sobre a história da Evolução desde o século XVIII até aos nossos dias. A partir de uma recriação da viagem do Beagle, percebemos como Charles Darwin chegou à teoria da Evolução por Selecção Natural e convenceu o mundo que todas as espécies evoluíram a partir de um ancestral comum. Compreendemos depois como a genética resolveu o enigma científico de Darwin mas ao mesmo tempo se opôs à gradualidade por ele defendida. Foi somente na década de 1930, com o contributo da matemática, que a aliança entre a genética e a Evolução de Darwin seria consumada.
Hoje, a selecção Natural é considerada o principal mecanismo de Evolução e a razão fundamental da diversidade biológica e do padrão ramificado da árvore da vida.
Seguiu-se um almoço ao ar livre no parque da cidade onde usufruímos do bem precioso que a Natureza nos oferece. Lá, encontrámos belas sombras, espaços verdejantes, lagos e um óptimo lugar para convívio. Mais tarde, fomos à Fundação Serralves, onde “viajámos” pelos seus diversos jardins e desfrutamos do seu maravilhoso espaço ao ar livre. De seguida, já a fome se fazia sentir, quando fomos até à praia lanchar. Foi um belo dia em que conseguimos conciliar a aprendizagem, a cultura e o lazer.

sábado, 22 de janeiro de 2011

“Mousse da Amizade”

- Ingredientes…

- Ficha técnica…

- Preparação:

Para que esta mousse da amizade tenha uma forma perfeita e seja muito saborosa, deve deitar-se numa taça brilhante alegria q.b. e 350g de tolerância ajustada. Estes dois ingredientes devem unir-se e formar uma massa fofa e saborosa. 500g de sentido de oportunidade são indispensáveis para que haja um óptimo paladar. Depois da massa repousar um pouco, adiciona-se carinho e toda uma vida de amor.

Desde há muitos anos que é guardado o segredo da mousse: a criatividade da beleza de uma enorme amizade. Sem rótulos de qualidade, esta é uma receita caseira, guardada de geração em geração, à qual muitos não dão importância: esta é a mousse da amizade.

Não há nenhum segredo quanto aos custos ou à qualidade de confecção, pois esta deve surgir naturalmente, entre dois mundos que se unem e seguem em direcção aos raios de sol.

Texto escrito por:

Dulce Mónica Loureiro

Textos de Língua Portuguesa

Mousse da Amizade

Em primeiro lugar temos que juntar alegria q.b., tolerância ajustada e sentido de oportunidade. Depois de todos estes ingredientes estarem bem mexidos, temos de juntar-lhes carinho, para que o outro perceba o quanto gostamos dele e precisamos que esteja à nossa beira. A seguir, quando tudo estiver bem envolvido, adicionamos um pouco de raspas de criatividade.

Não há um tempo de preparação exacta para esta receita, apenas tem de ter a certeza que esta mousse nunca se desfaça. E não pense que se cinge a duas pessoas, pode ser para muitas mais.

O grau de dificuldade depende de cada pessoa, mas o mais importante, por mais difícil que seja, é que nunca desista de tentar, pois há-de conseguir.

Por último, falta-me falar do preço. Por vezes as receitas são mais complicadas de concretizar devido ao preço dos ingredientes. Porem, esta é grátis, e em tempos de crise é isso mesmo que se pretende: algo bom, divertido, importante e grátis.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Campanha de Recolha de Óleos Usados"

Concurso Inter–Turmas

“Recolha de Óleos Alimentares Usados”

O concurso inter-turmas de recolha de óleos usados decorrerá até final do 2º Período.

É importante relembrar que o óleo alimentar usado será posteriormente reciclado e poderá ser utilizado para diversos fins, como por exemplo, na produção de Biodiesel (combustível).

Saliente-se, ainda, que ao participar está a contribuir para a preservação do meio ambiente.

Colabora!

Obs.: A turma vencedora terá um prémio aliciante – Visita ao Parque Nacional Peneda-Gerês.

Escola Electrão

Divulgação aos Encarregados de Educação e alunos

O clube da Floresta “Os Palmeirinhas” decidiu participar, tal como no ano transacto, na acção Escola Electrão, acção de sensibilização ambiental promovida pela Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos, designada abreviadamente por “Amb3E e com o apoio do Ministério da Educação e da Agência Portuguesa do Ambiente.
Esta acção tem como objectivo a recolha de REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos) para serem reciclados.
As Escolas Aderentes serão divididas em Grupos que participarão na recolha de REEE em fases distintas. A nossa Escola pertence ao grupo B.
O Período de recolha dos REEE na Escola de Palmeira será entre os dias: 7 e 25 de Fevereiro


Não fique estático!
Participe nesta acção
Traga para a escola equipamentos eléctricos e electrónicos que estão inutilizados contribuindo, deste modo, para a preservação do meio ambiente

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Os marcianos atacam

Um dia enquanto eu e os meus colegas estávamos no laboratório a fazer uma experiência, fui chamado pelo governo para tentar combater os marcianos.
Então tive uma semana para fazer um veneno que os matasse. E parece que resultou, todos os marcianos morreram, quer dizer, quase todos, pois um deles não morreu. Parecia que o veneno não fazia efeito nele. Mas os militares conseguiram capturá-lo e mostraram-no ao governo e a mim. Ao vê-lo apaixonei-me pela criatura por causa do seu olhar meigo e carinhoso. O governo queria matá-lo, mas eu não deixei. Disse que ali adiante eu seria o responsável pelo marciano, e pus-lhe o nome de Tracalhotete, pois ele estava sempre a falar e a cantar.
Os dias foram passando, e eu fui-me afeiçoando ao marciano tratando-o como um animal doméstico. Mas, ao longo desses dias, reparei que me estavam a desaparecer coisas, não eram coisas que me fizessem muita falta, mas eram minhas! E cada vez mais o Tracalhotete estava a crescer mais e a engordar. Aquela criatura que a princípio tinha 2,26cm e era tão fino como uma mina, estava agora com 5,22cm, era tão grosso como um polegar.
Numa manhã, quando eu ia para o trabalho, reparei que me faltava os óculos e fui a casa busca-los. Fui então que vi o Tracalhotete no meu armário a comer as minhas roupas interiores e a crescer mais meio centímetro.
Dei voltas e voltas à casa atrás da criatura.
Peguei num copo e capturei o marciano, mas ele conseguiu-se soltar e fugiu.
Já estava a começar a ficar farto! Mas tentei fazer isso com uma caixa de manteiga, quase vazia, e tapei o marciano, quando ele ia começar também a comer a caixa de manteiga, morreu!
E foi aí que eu percebi que os marcianos não se davam muito bem com a gordura.
Eu fiquei triste por ele ter morrido, mas por um lado até foi bom, porque assim já mais nada me iria desaparecer.